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Sala de Imprensa

05/01/2016 | 10h04

Os 10 tipos de câncer mais incidentes em 2016

Segundo o Instituto Nacional do Câncer (Inca), para este ano são estimados 596.070 novos casos de câncer no Brasil. Confira a seguir os tipos mais comuns e fique alerta para prevenir a doença.

Pele não melanoma – Câncer mais frequente no país com estimativa de 175.760 novos casos para 2016, corresponde a 25% dos tumores malignos registrados. Comum em pessoas com mais de 40 anos, principalmente as de pele clara, se detectado precocemente, apresenta altos percentuais de cura. Entre os tumores de pele, o não melanoma é o de mais baixa mortalidade, registrando 1.802 mortes em 2013. Evitar a exposição ao sol entre 10h e 16h, utilizar filtros solares com fator de proteção de no mínimo 15, além de chapéus, guarda-sol e óculos escuros são algumas medidas para prevenir a doença. Também deve ser lembrada a importância do autoexame da pele, onde manchas, sinais ou pintas assimétricas e de cores diferentes ou qualquer outra alteração devem ser observadas para que se tenha um diagnóstico precoce.

Próstata – O câncer de próstata é o tumor mais frequentes entre os homens no Brasil, com exceção do tumor de pele não-melanoma. A estimativa é de 61.200 novos casos para 2016. É considerado um câncer da terceira idade, pois cerca de ¾ dos casos no mundo ocorrem a partir dos 65 anos. Fatores hereditários, hábitos alimentares ou estilo de vida são alguns fatores que levam ao desenvolvimento da doença, bem como idade avançada, uma vez que a incidência e a mortalidade aumentam após os 50 anos. A dieta rica em frutas, verduras, legumes, grãos e cereais integrais e com menos gordura, prática diária de atividades físicas, reduzir o consumo de álcool e não fumar ajudam a diminuir o risco de câncer. Atualmente, cerca de 20% dos pacientes portadores de câncer de próstata ainda são diagnosticados em estágios avançados, portanto após os 45 anos (homens negros ou com parentes de primeiro grau com a doença) e 50 anos (sem fatores de risco) é essencial procurar um profissional especializado para avaliação individualizada.

Mama – Com estimativa de 57.960 novos casos para 2016, o câncer de mama é relativamente raro antes dos 35 anos. O tipo mais comum entre as mulheres no Brasil e no mundo corresponde a 25% dos casos novos a cada ano. Após os 50 anos a doença é mais incidente, mas na maioria dos casos apresenta um bom prognóstico. Fatores como idade, endócrinos, histórico reprodutivo, comportamentais, ambientais, genéticos ou hereditários podem estar relacionados com o surgimento do câncer de mama. Em função da multiplicidade de fatores de risco, a prevenção desse tipo de câncer não é totalmente possível. No entanto, cuidar da alimentação e praticar atividades físicas reduz em até 28% o risco de desenvolver o câncer de mama. A amamentação também é considerada uma forma de prevenção. A autopalpação das mamas pode ajudar a identificar possíveis alterações, para que seja feito um diagnóstico precoce. A recomendação da Sociedade Brasileira de Mastologia é que mulheres a partir dos 40 anos façam a mamografia anualmente.

Pulmão – Relacionado em 90% dos casos com o consumo de derivados do tabaco, o câncer de pulmão é o mais comum de todos os tumores malignos, com estimativa de 28.220 casos para 2016. Com um aumento de 2% ao ano de sua incidência mundial, a doença foi responsável por 24.490 mortes em 2013. Não fumar é a principal forma de prevenir esse tipo de câncer. Comparados com os não fumantes, os tabagistas têm cerca de 20 a 30 vezes mais risco de desenvolver câncer de pulmão. Ter uma alimentação saudável e evitar a exposição de alguns agentes químicos, encontrados principalmente no ambiente ocupacional (asbesto, berílio, cádmio, entre outros) são recomendados. A exposição à poluição do ar, infecções pulmonares frequentes, deficiência e excesso de vitaminar A, doença pulmonar obstrutiva crônica, fatores genéticos e história familiar favorecem o aparecimento desse câncer.

Cólon e Reto – Segundo tipo mais incidente entre as mulheres e terceiro entre os homens, o câncer de cólon e reto tem 34.280 novos casos previstos para 2016. Grande parte desses tumores tem origem a partir de pólipos (lesões benignas), que podem crescer na parede interna do intestino grosso. O câncer colorretal é tratável e, se detectado precocemente, na maioria dos casos é curável. Uma forma de prevenir o surgimento de tumores é a detecção e remoção dos pólipos antes de eles se tornarem malignos. Além disso, uma dieta rica em vegetais e laticínios, com pouca gordura (principalmente a saturada) e a prática regular de exercícios físicos também previnem esse câncer. Os fatores de risco são: idade acima dos 50 anos, história familiar de câncer colorretal, história pessoal (já ter tido câncer de ovário, útero ou mama), baixo consumo de cálcio, obesidade, sedentarismo, doenças inflamatórias do intestino, entre outros. O consumo exagerado de carne vermelha deve ser evitado, bem como o de alimentos embutidos e processados (bacon, linguiça, salsicha).

Estômago – Tendo a dieta balanceada, o combate ao tabagismo e a diminuição do consumo de álcool como as principais formas de prevenção, o tumor de estômago, também denominado câncer gástrico, tem uma estimativa de 20.520 novos casos para 2016. Não há sintomas específicos do câncer de estômago, mas perda de peso e apetite, vômitos, náuseas e desconforto abdominal frequente, são sinais de alerta para uma doença benigna ou mesmo um tumor. Os sangramentos gástricos são incomuns em lesões malignas, porém, o vômito com sangue ocorre em cerca de 10 a 15% dos casos de câncer de estômago. Mais comum entre os homens, cerca de 65% dos pacientes com esse tipo de câncer têm mais de 50 anos.

Colo do útero – Causado pela infecção de alguns tipos do Papilomavírus Humano (HPV), o câncer do colo do útero é o terceiro tumor mais frequente entre as mulheres, com estimativa de 16.340 novos casos em 2016. Na maioria das vezes, a infecção por HPV não causa o câncer, mas em alguns casos podem ocorrer alterações celulares que poderão evoluir para um tumor. No entanto, o exame preventivo Papanicolaou detecta facilmente essas alterações, sendo grande parte delas curáveis. Quando diagnosticado na fase inicial, as chances de cura desse câncer são de 100%. Em 2014 o Ministério da Saúde implementou a vacina tetravalente contra o HPV para meninas de 9 a 13 anos. A vacina protege contra os subtipos 6, 11, 16 e 18 do HPV, sendo os dois últimos responsáveis por cerca de 70% dos casos de câncer de colo do útero.

Cavidade Oral – O câncer afeta lábios e o interior da cavidade oral, é mais comum em pessoas brancas e ocorre mais frequentemente no lábio inferior. A estimativa de novos casos para 2016 é de 15.490. O tabaco é um dos principais fatores de risco, sendo que cerca de 90% dos pacientes diagnosticados com câncer de boca eram tabagistas, segundo a Organização Mundial da Saúde. Além disso, o consumo regular de bebidas alcoólicas, vírus HPV e exposição solar também aumentam o risco para a doença. O câncer de boca acomete principalmente homens acima dos 40 anos.

Bexiga – Mais comum em homens brancos com idade avançada, o câncer de bexiga é dividido em três tipos, de acordo com as células que sofrem a alteração maligna. O carcinoma de células de transição representa a maioria dos casos e tem início nas células do tecido mais interno da bexiga. O carcinoma de células escamosas pode surgir na bexiga depois de uma infecção ou irritação prolongadas. Já o adenocarcinoma surge nas células glandulares (de secreção) que podem se formar na bexiga após longo período de irritação ou inflamação. O tabagismo pode aumentar o risco de desenvolver esse tipo de câncer. Para 2016 são estimados 9.670 novos casos da doença.

Esôfago – O câncer de esôfago tem uma estimativa de 10.810 novos casos para 2016.  O tipo mais frequente é o carcinoma epidermoide escamoso, responsável por 96% dos casos. Para reduzir as chances de desenvolver o câncer de esôfago, é importante adotar uma dieta rica em frutas e legumes, evitar o consumo de bebidas muito quentes, alimentos defumados, bebidas alcoólicas e derivados do tabaco. Metástases são comuns nesse tipo de câncer, portanto a detecção precoce é essencial para que a doença não seja tão agressiva. Quem sofre de acalasia, tilose, refluxo gastroesofágico, síndrome de Plummer-Vinson e esôfago de Barrett têm mais chances de desenvolver o tumor. 


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