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Sala de Imprensa

16/02/2016 | 09h10

HPV aumenta em 22 vezes as chances de desenvolver câncer de garganta

A prática do sexo oral desprotegido contribui para a transmissão do vírus

Um novo estudo, publicado recentemente na revista médica Jama Oncology revelou que o Papilomavírus Humano (HPV – do tipo 16) pode aumentar em até 22 vezes as chances de desenvolver câncer de boca e garganta. A pesquisa, realizada pela Escola de Medicina  Albert Einstein, em Nova York, envolveu 96 mil pessoas que não tinham câncer e que forneceram amostras de saliva a dois laboratórios oncológicos. Quatro anos depois, 132 casos de câncer de boca e garganta foram diagnosticados.

Comumente transmitido pelo sexo oral, o HPV é responsável por cerca de 70% dos casos de câncer nessa região do corpo. Especialistas acreditam que em 2020 o câncer de boca e garganta deve ser mais frequente do que o de colo do útero, outro tipo de câncer causado pelo papilomavírus. Anualmente, são registrados mais de 500 mil casos novos de câncer obtido por via oral e cerca de 150 mil mortes no mundo.

A pesquisa é a primeira a relacionar a presença do HPV 16, um dos mais agressivos, nos fluidos orais a uma incidência aumentada de câncer de orofaringe (garganta). Além disso, os pesquisadores identificaram que a presença de outros tipos de HPV, geralmente detectados na pele, também foram associados ao desenvolvimento de câncer de cabeça e pescoço.

Vacina

No Brasil, o Ministério da Saúde disponibiliza a vacina contra o HPV, que protege contra os tipos 6, 11, 16 e 18, para meninas na faixa de 9 a 13 anos. O Calendário Nacional de Vacinação do SUS oferece duas doses, dadas com um intervalo de seis meses. Para meninas acima de 13 anos, a indicação é de três doses. 


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