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Sala de Imprensa

04/02/2016 | 10h31

Câncer de pele: número de casos diminui, mas mortalidade preocupa

De acordo com o Instituto Nacional do Câncer, a estimativa é de queda no número de ocorrências da doença para 2016, porém a mortalidade cresceu 55% em 10 anos no Brasil

No Dia Mundial do Câncer, celebrado nesta quinta-feira (4), o alerta fica em torno do tipo mais incidente da doença no país. O câncer de pele não melanoma corresponde a 25% de todos os tumores malignos com uma estimativa de 175.760 novos casos para 2016. Apesar de ter diminuído o número de casos em comparação ao ano passado (182.130 casos em 2015), o índice de mortalidade pela doença cresceu 55% em dez anos no Brasil. Em 2013, levantamento mais recente, o câncer de pele matou 3.361 brasileiros (média de uma morte a cada três horas) contra 2.140 óbitos registrados em 2003.

A região Sul permanece liderando como uma das que mais registram casos de câncer de pele no país. Mas a doença pode ser prevenida evitando a exposição ao sol no horário das 10h às 16h, onde há maior índice de Raios UVB, que aumentam o risco para a doença. Utilizar protetor solar de no mínimo 30FPS, chapéus e óculos de sol. Esse tipo de câncer é mais comum após os 40 anos e atinge principalmente pessoas de pele clara, que são mais sensíveis à ação do sol.

Segundo o médico e coordenador do Centro de Prevenção ao Câncer da CliniOnco,  Rafael Castilho Pinto, a pesquisa para prevenção e diagnóstico precoce do câncer se desenvolveu muito nos últimos anos e sua aplicação vem se mostrando uma realidade. “Estimativas mundiais sugerem que poderíamos aumentar em aproximadamente 50% o sucesso da prevenção e do diagnóstico precoce de todos os tipos da doença se colocássemos em prática o que já sabemos sobre as formas de evitar a doença”, ressalta.

 Melanoma

O câncer de pele melanoma, apesar da baixa incidência (5.670 casos para 2016) e de representar apenas 4% das neoplasias malignas do órgão, é o mais grave devido à alta possibilidade de metástases. A região Sul, em especial o Rio Grande do Sul, é a que mais registra esse tipo de câncer no país. Isso acontece porque mais de 80% da população dos gaúchos têm pele branca.

A dermatoscopia digital é um exame utilizado no acompanhamento de pacientes que possuem história pessoal ou familiar de primeiro grau de melanoma e múltiplos nevos melanocíticos (pintas) pelo corpo. “Com esse exame nós conseguimos descobrir se as lesões têm algum tipo de modificação ao longo da vida, podemos ver se a lesão surgiu de um ano para o outro, além de proporcionar melhor visualização da lesão, com um aumento de até 70 vezes da imagem. Com isso, o diagnóstico do melanoma é precoce, beneficiando esses pacientes.”, ressalta a dermatologista da CliniOnco, Renata Frainer.

Sobre o Dia Mundial do Câncer

Comemorado no dia 4 de fevereiro, o Dia Mundial do Câncer foi criado em 2005 pela União Internacional para o Controle do Câncer (UICC) para estimular o debate sobre a doença ao redor do planeta. A campanha 2016-2018, com o tema “Nós podemos. Eu posso” pretende mostrar para a população como todos – em grupo ou individualmente – podem fazer a sua parte para reduzir os casos de câncer. 

 


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